
Em Abril na entrevista à RDP/Açores, o presidente do governo explicou que “a nossa proposta é que, no âmbito das obrigações de serviço público, desapareça o actual limite de tarifário mínimo de 120 euros e que seja possível as empresas praticarem preços, quer promocionais, quer regulares, abaixo desse valor."
Ontem, Francisco César confirmou que estão em causa apenas tarifas promocionais.
Afinal ficámos a saber que a charlatanice pega-se. Depois de Sócrates, Carlos César também aderiu ao perfil “CHARLATÃO” e o filhinho Francisco César para lá caminha.
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