
terça-feira, março 3
domingo, março 1
Ouvi dizer que...

Ora cá está...não satisfeito com o “tacho” que lhe arranjaram depois do péssimo trabalho á frente do CPR, ainda trata de gastar os dinheiros públicos em benefício pessoal...
terça-feira, fevereiro 24
Impacto Ambiental
Biblioteca e Arquivo da Horta
Quero eu dizer que depois de tanto tempo e de tanta falta ter feito um espaço condigno, os faialenses rejubilaram com a nova biblioteca e arquivo.
Apesar dos efectivos benefícios e das inolvidáveis oportunidades culturais que este espaço trás, gostaria de lembrar alguns pontos:
- As antigas instalações da Biblioteca e Arquivo da Horta eram perfeitamente degradantes e impróprias, por isso este novo espaço não é uma dádiva do Governo...é uma obrigação!
- A necessidade deste espaço condigno na Horta foi manifesto há aproximadamente 20 anos. Entretanto foram já edificados centros culturais, restaurados teatros e inaugurados complexos multiusos por todas as ilhas, por isso este novo espaço não é uma bandeira do Governo...é a diminuição da injustiça!
- O projecto tem mais de 15 anos, as obras começaram há mais de 10 e só agora chegou ao fim! Nem portos, nem aeroportos, nem hospitais, nem vias rápidas, nem Portas do Mar levaram tanto tempo a construir!
O que se passou? Quantos milhões foram entretanto sendo previstos e desviados dos orçamentos dos governos? O projecto com mais de 15 anos, continua bem dimensionado e adequado às novas realidades e exigências sociais e tecnológicas dos Faialenses?
- É como digo, apesar da aparente aceitação (potenciada pela fome!) continuo a achar que este processo foi vergonhosamente mal conduzido: pela demora, pela injustiça do investimento desarmonioso nas várias ilhas e pela provável desactualização.
Sabe mal...sabe a migalha...sabe a gato por lebre!
sexta-feira, fevereiro 13
Carta da Saúde
A sua publicação segundo o titular da saúde, em declarações ao AO está, dependente do Plano Regional do sector. Um documento que deverá ser conhecido no segundo trimestre deste ano.
A carta da saúde visa garantir um maior rigor ao nível do investimento, assim como, nos recursos humanos, novas tecnologias, novos equipamentos e construção ou reabilitação de novas infra- estruturas.
Açoriano Oriental 11/02/2009
A Carta da Saúde elaborada por pessoas idónias não foi ainda sequer dada a conhecer porquê?
Será porque se comprova que a região gasta mal os seus recursos de saúde?
Será porque evidencia as recentes políticas de saúde erradas?
Será que põe a descoberto a ingerência do sector político na gestão racional dos recursos de saúde, devidamente fundamentada em normas clínicas e experiência nacional e internacional?
Ou será porque recomenda medidas de rigor, naturalmente impopulares e que o poder político prefere não tomar, desbaratando assim os dinheiros públicos em troca de apoio popular?
sexta-feira, fevereiro 6
COMEÇOU A CAMPANHA PARA AS AUTÁRQUICAS

São Miguel pode vir a contar com quatro cidades
Açoreano Oriental 2009-02-06
A ilha de São Miguel pode vir a contar com quatro cidades.Depois de Ponta Delgada e Ribeira Grande, é a vez de Vila Franca do Campo e Lagoa despoletarem os mecanismos legais para a sua elevação de vila a cidade.
A iniciativa conta já com apoio partidário...
segunda-feira, fevereiro 2
ALABOTE

Já que o blog se chama Café Puro, e adoro esses locais de tertúlia, leitura ou simples meditação, dedicarei algum tempo com avaliações muito pessoais de espaços especiais ou simplesmente interessantes.
Começo por um que considero dos melhores do Arquipélago: Alabote.
Fui lá pela primeira vez em 1998, creio eu,...e fiquei fã.
Fica na Ribeira Grande, mesmo juntinho à praia e ao mar do Norte.
A arquitectura mistura o rústico da pedra basáltica, negra e bruta, com uma certa simplicidade nas formas cúbicas de betão, e com as grandes superfícies vidradas.
Gosto do bar sobretudo no Inverno, quando há pouca gente e mau tempo lá fora...pode-se inundar a alma com a imensa luz e com a fúria do mar, isto tudo aquecido por uma boa meia-de-leite quente.
Recomendo sobretudo ao pôr-do-sol...
O restaurante mantém um ar sofisticado e moderno, e ao mesmo tempo consegue inovar alguns pratos tradicionais sempre com "materiais" regionais e apresentações delicadas.
quarta-feira, janeiro 21
MUITO BEM DITO...

"...o histórico do caso da construção do novo Hospital de Angra do Heroísmo já é longo e não pode ser apagado - mesmo que seja essa a vontade de alguns - pelas expectativas criadas e porque não basta prometer e fazer, 10 anos depois, para que fique tudo bem. É conveniente, de vez em quando e resumidamente, relembrar tal percurso:
Julho de 1998: É identificado, em relatório, a precariedade, exiguidade e inadequação de alguns sectores do actual Hospital;
Setembro de 1998: PSD reivindica a construção de um novo Hospital na Ilha;
Agosto de 2000: é publicada uma Resolução do Conselho de Governo, que determina: “considerando que o Hospital de Santo Espírito de Angra do Heroísmo atingiu agora um estado de ameaça de ruptura, por falta de instalações adequadas ao eficaz funcionamento dos diversos serviços nos edifícios actualmente existentes”, e decide “iniciar o processo que levará à construção de um novo Hospital em Angra do Heroísmo”;
Agosto de 2001: é criado um Grupo de trabalho para iniciar o processo;
Abril de 2003: Presidente do Governo afirmou “estamos a preparar o concurso para a concepção e construção do novo Hospital de Angra do Heroísmo”;
Setembro de 2003: publicada nova Resolução do Conselho de Governo, através da qual se extingue o grupo de trabalho, criando-se nova comissão à qual competiria propor “no prazo de 60 dias, a localização definitiva do novo hospital” e “no prazo de 180 dias, as etapas e iniciativas necessárias à concretização da construção do novo hospital e a dimensão e a tipologia do equipamento a construir”. Mas já não estava a ser preparado tudo isto em Abril?!
Maio de 2005: é anunciado por Domingos Cunha que “ a construção do novo hospital vai arrancar na legislatura iniciada em 2004”;
Agosto de 2005: é anunciada a localização do Hospital. Os 60 dias transformaram-se em dois anos!!
Fevereiro de 2007: o Presidente do Governo apresenta, novamente, a calendarização: “(…) abertura de propostas prevista para 16 e 17 de Maio de 2007, avaliação e escolha do concorrente para negociações até Setembro, e, em 2008, o processo de negociação até Abril, a adjudicação e o início da obra no segundo semestre e a abertura do Hospital para o 4º trimestre de 2010.”
Julho de 2008: Domingos Cunha afirma: “As obras do novo Hospital de Angra do Heroísmo vão arrancar no final deste ano.”
Setembro de 2008: Sérgio Ávila garantiu que: “O processo (…) estará concluído em Dezembro, mês em que (…) se procederá à adjudicação da Obra (…)” e salientou que “(…)o Banco Europeu de Investimentos decidiu (…) considerar este investimento elegível nas propostas de financiamento apoiadas por aquela instituição.” Facto que enalteceu ao ”assegura(r) aos concorrentes o acesso a condições de financiamento vantajosas (…) e confirmar o rigor, qualidade e a sustentabilidade do processo de construção”.
Outubro de 2008: é anunciado o adiamento da entrega de propostas, embora o Governo Regional tenha garantido o prazo de início da construção. Não era para iniciar a obra no segundo semestre de 2008? Então, como garantem os prazos?!
Estamos em Janeiro e ainda nada de adjudicação. Segundo o Secretário, deve-se à crise. Os problemas encontrados pelas empresas, nas negociações com entidades bancárias, são muitos. Mas Sérgio Ávila não afirmou, em Setembro de 2008, maravilhas a este nível, aquando da visita do Banco Europeu de Investimento à Região?!
Mais palavras para quê?!"
Carla Bretão - A União - 19/01/2009
Só um recordatório pessoal: o custo das Portas do Mar foi sensívelmente igual ao do futuro Hospital de Angra (45 milhões de euros) e todo o processo teve início anos depois do que o do referido hospital...agora que estamos em 2009, as Portas do Mar estão de pé (às moscas) e o hospital ainda nem começou a ser construído!!!
Ou seja, uma obra que beneficiaria milhares de utentes de várias ilhas, numa área essencial como a saúde, leva mais tempo a efectivar do que uma obra que beneficia o lazer de alguns, mesmo que à sombra de pseudo verbas que viriam de pseudo turistas em passagens inferiores a 24 horas, em pseudo cruzeiros...
Moral da história: salvo outras causas obscuras que nem consigo imaginar(?), as prioridades do nosso governo são no mínimo ridículas.
domingo, janeiro 18
ISTO JÁ FOI ASFALTO

Havia uma estrada regional no Faial, que ligava o Largo Jaime Melo ao Capelo e que era das mais belas da ilha, sendo conhecida pelo seu enquadramento florestal luxuriante e pelas extensas faixas coloridas de azáleas.
Havia no Faial uma estrada que era e é a única alternativa de ligação às freguesias do lado Sul da ilha, o que devia ser tido em conta em termos de protecção civil.
Havia no Faial uma estrada que para além da beleza paisagística florestal, dava também acesso às quedas de àgua do Salto, e ao parque de merendas da Falca e às lagoas artificiais
Havia porque já não há…aquilo não é uma estrada regional!
É degradante o estado de desprezo e abandono desta estrada, que outrora era de asfalto e chegou à ruína tal, que o mais fácil foi cobri-la com terra…
É difícil de aceitar mas é verdade, no Faial é inédito, uma estrada asfaltada evoluiu para canada de terra batida…
Bem hajam os governantes locais e regionais por tão digno e prestável serviço à comunidade!!!
Um bem haja especial para o Sr. Secretário Regional das obras publicas, para o Delegado de Obras Públicas do Faial e para o sr. Presidente da câmara da Horta.
Enquanto isso, multiplicam-se as vias rápidas m S. Miguel, com festas de inauguração cujo dinheiro daria pelo menos para o projecto desta.
É assim que os nossos governantes vêem o crescimento sustentado e equilibrado dos Açores.
DEFICIENTES


Até há uns anos atrás, dediquei-me a desenvolver um estudo sobre este fenómeno, que sistematicamente me irritava quando me dirigia aos centros comerciais.
A conclusão natural era de que no nosso país as deficiências só atingem a classe média/ alta, ou então mais credível, que devido ao viés de só os deficientes com posses económicas, frequentarem os centros comerciais, esse facto reflectisse o parque automóvel visionado nos lugares reservados.
Esta segunda hipótese pareceu-me bem e não recusava a existência de uma franca percentagem de deficientes que, por razões financeiras não frequentasse os centros comerciais, justificando assim a baixa incidência de Fiat Panda, Renault Twingo ou Ford Fiesta, nos lugares reservados.
Porém, recentemente alarguei e melhorei o estudo, incluindo também na amostra, os lugares reservados para deficientes nas grandes superfícies das nossas ilhas.
A indignação aumentou exponencialmente, com a introdução de uma nova variável no estudo. É que como o meio é pequeno, conhecemos uma parte significativa dos proprietários das viaturas automóveis.
Assim sendo, concluí que salvo raríssimas excepções, os veículos automóveis estacionados em lugar reservado a deficientes, não possui o dístico obrigatório que os habilita a tal ocupação.
Os proprietários de viaturas abusivamente estacionadas nos lugares reservados, na maior parte dos casos, não possui qualquer limitação de ordem física, sendo então questionável a sua integridade mental.
Assim sendo, e se são deficientes mentais (leia-se: condutor que estaciona abusivamente em lugar reservado a deficientes, sem possuir qualquer limitação) não estão habilitados a conduzir.
Há ainda a salientar a proliferação de uma subclasse de espertalhões onde se incluem aqueles que ao abrigo de uma qualquer limitação (que não tem) conseguem pagar menos impostos e ter todo o tipo de regalias.
terça-feira, dezembro 30
ESTATUTO DOS AÇORES
Para Cavaco Silva “a situação agora criada não mais poderá ser corrigida” e “introduz um precedente muito grave”. O Presidente recusa-se a aceitar que uma lei ordinária restrinja os seus poderes, previstos numa lei superior, a Constituição da República Portuguesa, e alerta para o facto de passar a ser mais difícil dissolver a Assembleia Regional do que a Assembleia da República.
Cavaco Silva colocou-se ao lado de muitos juristas, considerando “absurdo” que tenha de ouvir os diferentes partidos, o Governo regional e a própria Assembleia dos Açores no caso referido.
Por outro lado, a actual Assembleia da República aprovou uma disposição segundo a qual os deputados do parlamento nacional, que venham a ser eleitos no futuro, só poderão alterar aquelas normas que os deputados regionais pretendam que sejam alteradas. Os poderes dos deputados da Assembleia da República nesta matéria foram hipotecados para sempre.
Confirmo também a minha apreensão, sobretudo em relação a "um precedente grave". Imaginem lá se o Alberto João resolve fazer o mesmo?
Aliás, pergunto: se esta fosse a proposta de estatuto para a Madeira, estaria toda a gente do continente e em especial os deputados da assembleia da república, tão tranquilos e convictos?
Duvido.
E assim se constacta uma vez mais, que os valores partidários se sobrepoem aos interesses constitucionais.
domingo, novembro 16
KIT AUTONÓMICO
Tenho diante de mim o Kit Autonómico dos Açores. Peço ao leitor que refreie a inveja, que é dos sentimentos mais feios que se pode ter, logo a seguir ao sportinguismo. Uma leitora amiga fez o favor de me enviar o kit, cuidando que eu gostaria de o possuir e de reflectir sobre ele. Tinha razão. Possuí-lo é uma honra, reflectir sobre ele é uma empreitada de tal monta que está fora do âmbito das minhas capacidades. Reflectir, como bem sabe quem me lê habitualmente, não é o meu forte. Também não será o forte de quem me lê habitualmente, caso contrário não o faria. Cogito moderadamente bem, raciocino sofrivelmente, mas sou fraco a reflectir – e o caso exige reflexão. Por sorte, o facto de não saber fazer qualquer coisa nunca me impediu de tentar.Comecemos pelo princípio. Primeiro, a descrição do kit. À primeira vista, o kit é uma caixa de cartão azul-escura com as palavras «Governo dos Açores» impressas a branco. Há elegância, há sobriedade, há um paralelepipedismo que é discreto sem deixar de ser inovador, que é leal sem deixar de ser, à sua maneira, vigorosamente autonómico. Dentro da caixa, o tesouro inclui: uma bandeira dos Açores; um CD com o hino dos Açores, dois luxuosos autocolantes com a bandeira açoriana para colar em vidro; um folheto sobre as insígnias honoríficas açorianas e uma carta assinada pelo próprio presidente do Governo dos Açores, Carlos César. Sem desprimor para a bandeira, o hino e os autocolantes, a carta é o elemento mais interessante do kit. É certo que a bandeira tem características curiosas, como por exemplo o facto de ser fabricada em Lisboa. Que o símbolo da autonomia dos Açores seja importado do continente é divertido mas, apesar de tudo, corriqueiro. As bandeiras portuguesas com que sublimamos o nosso amor à pátria naquelas duas semanas que duram os eventos desportivos internacionais também são feitas na China. Mas é na carta que Carlos César explica que o Kit Autonómico (a expressão é dele) se destina a promover e fazer respeitar os símbolos dos Açores. Por isso, estes «elementos referenciadores» da vida colectiva regional chegarão a todos os lares açorianos. Eu sou um velho apreciador de elementos, e os meus predilectos são, por coincidência, os referenciadores. É por isso que olho para o Kit Autonómico com um misto de admiração e ciúme.
Admiração porque confesso que não sei como foi possível, para os açorianos, experimentar a autonomia ao longo dos anos sem este útil kit. Quem se sente açoriano, se não tiver a oportunidade de passar uma tarde a escutar o hino dos Açores enquanto contempla a bandeira regional, cola autocolantes e aprofunda os seus conhecimentos sobre as insígnias honoríficas que o Governo Regional costuma atribuir? Ninguém, creio.
Ciúme porque, enquanto continental, exijo um kit parecido. A minha continentalidade tem certamente símbolos que é justo e urgente promover e respeitar. E o meu lar não tem um único elemento referenciador. A crise mundial que espere: é tempo de investir em elementos referenciadores.
Ricardo Araújo Pereira
in Visão
sábado, novembro 1
sexta-feira, outubro 31
ÁGUA NEM VÊ-LA

Há já dois meses que água é coisa que não corre nas torneiras de casa, pelo menos em dois dias por semana.
Depois de ouvir o nosso presidente Carlos César apregoar ao som de trombetas, as maravilhas do seu governo, o paraíso que são os Açores e “QUE BOM QUE É SER AÇORIANO”…fico intrigado com esta falta de água!
sexta-feira, outubro 17
MAIS DO MESMO

Apresentou como grandes objectivos para a nova legislatura, obras completamente originais e nunca antes pensadas ou sequer orçamentadas:
O Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores
O Estádio Mário Lino
O Variante à cidade da Horta
O Clube Naval da Horta
O Porto da Horta
A ampliação da Pista do Aeroporto da Horta
É impressionante a falta de vergonha que estes senhores têm…porque se a têm, por certo que precisam de internamento urgente pois o Alzheimer progride.
Há seguramente 15 anos que legislatura após legislatura, estas obras emblemáticas são estandarte de propaganda política.
Há seguramente 15 anos que legislatura após legislatura elas entram e saem dos orçamentos regionais.
Há seguramente 15 anos que legislatura após legislatura os dinheiros a elas destinados são desviados…
Há seguramente 15 anos que legislatura após legislatura, seja PS ou PSD enganam os Faialenses…
Desde há 15 anos quantas vias rápidas, e marinas, e portas do mar, e centros culturais, e circulares, e departamentos universitários, foram construídos noutras ilhas?
E ainda tem o descaramento de NOVAMENTE as vir incluir como grandes objectivos para o Faial!!!
Mas também com os totós, lambe-botas e tachistas políticos que abundam na ilha é isto que podemos esperar…e não há solução! São todos iguais
quinta-feira, outubro 16
O CENTRO DO MUNDO!
in Correio dos Açores
Depois de Nova York e Paris...PDL é concerteza uma referência!!!
Senhores...deixemos de olhar para o umbigo próprio. Ponta é referência regional...como símbolo do desenvolvimento harmonioso do arquipélago e da coesão.
A manifestação dessa harmonia e coesão é que enquanto se gasta 35000 euros neste evento de orgulho e vaidade em Ponta Delgada (e de retorno duvidoso), Angra não tem água, Horta não tem circular e Corvo não tem transportes em condições (só para dar alguns exemplos).
AH e já agora...as crianças de Rabo de Peixe agradecem a vinda da Fátima Lopes!!!
MODA AÇORES
A realização da Moda Açores 2008 está na base e uma alegada contestação dos profissionais do comércio tradicional à gestão de Costa Martins, presidente da Câmara do Comércio e Indústria de Ponta Delgada.Entre alguns comerciantes da baixa de ponta Delgada, do dito comércio tradicional, repetem-se as críticas à pujança do evento e aos gastos feitos “em tempo de crise” com “algo que não veio beneficiar em nada” o comércio tradicional.
Quanto ao cerne da crítica, esclarece Costa Martins que a Moda Açores “não é feita para o comércio local”(!!!), e tem duas grandes vertentes: “a primeira é a promoção turística dos Açores no exterior. A outra respeita às estilistas regionais e a oportunidade destas mostrarem as suas colecções. Os custos com a vinda dos modelos e da estilista foram de 35750 euros.
Ponto um: mais uma vez se hipoteca o nome Açores com um evento e gastos que beneficiam apenas S. Miguel!!! Que lhe chamem Moda Ponta Delgada ou S. Miguel Fashion ou o Raio que os Parta ainda vai agora Moda Açores? Quando nem sequer assistir ao evento os "Não Miquealenses" poderão, muito menos beneficiar “comercialmente” da situação.
Ponto dois, os grandes beneficiados são as elites sociais que inevitavelmente gravitam e parasitam gratuitamente à volta deste evento, procurando promoção pessoal, entre os quais está certamente o Sr. Presidente da Câmara do Comércio de Ponta Delgada, que provavelmente passará mais tempo em recepções do que à mesa de trabalho.
Os comerciantes da cidade pelos vistos foram muito pouco beneficiados…pelo menos quando comparado com 35750 euros!!!
Quem não tem dinheiro…não tem vícios.
sábado, outubro 11
QUEM FALA ASSIM...
Então e os 1,8 milhões de euros que orçamentam a campanha rosa?
Então e o KIT AUTONÓMICO?
Então e os milhões gastos nas festas de inauguração de obras do governo (só em S. Miguel claro)?
Meus senhores nada melhor do os actos para ilustrar o sentimento e profundidade das afirmações (vãs) da classe política…
É de rir…à gargalhada!!
GOVERNO-1...FAIAL-0
No Faial foi apresentada a lista dos candidatos do Partido Socialista daquela ilha, para as eleições legislativas regionais do próximo dia 19 de Outubro. Este acto não contou com a presença de Carlos César, o que vem claramente comprovar o que já se sabia: Fernando Menezes (cabeça de lista) é uma nulidade política e não tem qualquer protagonismo na cena regional!!!Carlos César gosta e precisa disto.
Já não bastava a afronta política durante a visita do Presidente da República, quando Carlos César entendeu alterar o protocolo, colocando-se acima do Presidente da Assembleia Regional (Fernando Menezes)…
Agora, César nem se digna comparecer e apoiar a candidatura do cabeça de lista faialense (mas correu a apoiar o cabeça de lista do Corvo)…
É que César é esperto e sabe que Fernando Menezes é um totó político, sem personalidade de líder e com receio de perder o tacho!
Por isso mesmo é que Fernando Menezes interessa a Carlos César…porque não tem qualquer protagonismo na cena regional e não afronta o líder!!!
Mas se os Faialenses gostam…assim terão!!!
É POR ISTO...

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada, Costa Martins, recusou o "cenário alarmista" criado pelo estudo da ANPME, por entender que a situação nos Açores é de "perfeita normalidade". "Sempre houve atrasos nos salários, com crises ou sem crises anunciadas. O que temos de analisar é se a situação é excepcional ou dentro da normalidade e para mim a situação está dentro da normalidade", afirmou Costa Martins, ao defender que as linhas de crédito criadas pelo Governo da República para as pequenas e médias empresas também se devem estender ao arquipélago.
Ora cá está o típico tachista, que em vez de se preocupar e procurar saber junto dos empresários que devia defender, as verdadeiras dimensões do fenómeno, prefere colar-se ao Governo e dar mais umas lambidelas…não muitas pois concerteza que mais logo deve ter algum jantar/evento!!!
O Governo agradece que não se faça barulho…(com algum cargo político relevante quando sair da Câmara do Comércio!!!).
MAIS CONTRA INFORMAÇÃO

Para o director regional do Trabalho e Qualificação Profissional, Rui Bettencourt, os dados recolhidos pelo Sistema de Indicadores de Alerta (SAI) nos Açores apontam para uma "total normalidade no pagamento de salários" nos últimos anos no arquipélago.Segundo o director regional, em 2000 a taxa de pagamento de salários aos trabalhadores açorianos era de 97,9 por cento e em 2007 situava-se nos 96,2 por cento, números que considerou atestarem a situação de normalidade vivida no tecido empresarial regional.Com base nos quadros de pessoal declarados pelas empresas no último ano, o director regional adiantou que o ganho médio por trabalhador nos Açores foi de 863,89 euros, a que equivale a mais 6,8 por cento face a 2006 (808,21 euros).Rui Bettencourt disse ainda que perante o fecho de 24 empresas no último ano nos Açores surgiram 283 novas.
Mais manipulação de informação…mais números maravilhosos do Governo para dar uma imagem de que está tudo controlado…
Afinal em que ficamos? São 118 ou 2100 empresas? Até parecem os números das greves em que para os sindicatos a adesão é sempre de 80% e para o Governo é invariavelmente 20%...
Mas voltando aos Açores…tudo está bem e isto aqui é o paraíso!!!
REGIÃO TEM 2182 EMPRESAS COM SALÁRIOS EM ATRASO
CONTRA INFORMAÇÃO

O Governo há-de sempre ter outros números ou estudos (cuja fonte e credibilidade ninguém sabe), ou simplesmente apresentar a tese do coitadinho, que estamos para aqui isolados e que os números são falsos, injustos ou desajustados da realidade insular.
Açores não cumprem parâmetros na qualidade da água

Por outro lado, a violação dos parâmetros microbiológicos está relacionada principalmente com a insuficiência ou ausência de desinfecção, questões relacionadas com o pH, ferro, manganésio e arsénio.
Outra questão que motiva a violação dos parâmetros é o excesso de alumínio, uma situação relacionada com a operação das estações de tratamento.Alumínio, manganésio e arsénio…será que isto pode ter a ver com a elevada taxa de doenças cancerígenas que as ilhas apresentam?
sexta-feira, outubro 10
quarta-feira, outubro 8
OUVI DIZER QUE...
Ou seja, após as promessas de um mundo melhor, virão 3 ou 4 dias por semana sem água!!!
Grande manobra eleitoral...
domingo, outubro 5
QUEM FALA ASSIM...
«É o meu último mandato», diz Carlos Césarsábado, outubro 4
CHEGAR E QUERER VOLTAR

Vem isto a propósito de que, de cada vez que chego a casa, seja em Lisboa, Porto, Pico, S. Miguel, Terceira ou Faial, sinto sempre o agradável conforto do lar.
Porém, a minha última chegada à Terceira foi deveras catastrófica e digna de terceiro mundismo. É certo que estava informado de que neste ano, a chuva caiu nos outros concelhos da região mas em Angra do Heroísmo não(!!!)…razão pela qual os serviços municipalizados se viram na contingência de cortar o abastecimento de água, de forma bissemanal!
Também é certo que às primeiras chuvas de Outono, os serviços responsáveis tiraram a guilhotina do pescoço e alarvemente apregoaram o fim das restrições, cantando louros na resolução do problema…
Mas eis que chego à Terceira no voo da noite, desinstalo as malas num canto da casa, ligo a televisão, visto os calções e vou à casa de banho libertar os líquidos acumulados na viagem. Puxo o autoclismo e nada…
Estupefacto corri ao contador, pensando que talvez o tivesse deixado fechado…mas não.
Segundo as informações de amigos, os cortes já teriam acabado, mas mesmo que assim não fosse, segundo o calendário de parede na dispensa, não era Terça nem Quinta…portanto não seria dia de abstinência…
Ainda perguntei aos vizinhos que confirmaram…ninguém sabe porquê mas desde as 20 horas que não há água no bairro!!!
Fiquei preocupado pois estava quase na hora do bebé comer e era preciso água para fazer o biberon.
Logo por azar, não sei porque dei ouvidos às autoridades e não armazenei nem uma pinga do líquido…além disso já era tarde, as mercearias e o modelo já estavam fechados.
Bom meus amigos…só consegui resolver o problema com uma garrafa de água mineral, comprada na loja de conveniência de uma bomba de gasolina.
Quando se apregoa a qualidade de vida nos Açores…
Quando falta um bem tão básico como a água, enquanto se gastam milhares em promoção turística da Região…
Quando não temos água para alimentar o nosso filho, devido à incompetência de outros…
É caso para querer sair já destas ilhas…
sábado, setembro 20
REGRESSO
quarta-feira, julho 30
OUVI DIZER...
INCOMPETÊNCIA LEGISLATIVA
Os Senhores deputados da Assembleia Regional dos Açores e da Assembleia da República, viram hoje ser procamado o seu atestado de incompetência jurídica... quinta-feira, junho 5
Bota Fora 2
Áreas de Intervenção:
· Vice-Presidência
· Presidente do Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados de Angra do Heroísmo
· Departamento Técnico
· Licenciamento de Obras Particulares
· Urbanismo
· Turismo e Ambiente
· Trânsito - Circulação e Estacionamento de Viaturas
· Património Natural, Cultural, Paisagístico e Urbanístico
· Sector das Tecnologias
· Zona Industrial de Angra do Heroísmo
Se foi por solidariedade com José Pedro Cardoso ou por cansaço e desmotivação, não sei.
Sei é que é uma vergonha um gajo com esta idade, reformar-se á custa dos anos que esteve na câmara (que contam a dobrar) e nós comuns mortais que até temos profissões mais diferenciadas e de maior responsabilidade, temos de gramar até aos 65.
É que para além de se reformar antes dos 50, auferindo de uma reforma choruda, percebe-se que o grande ganho nos seus mandatos autárquicos, não foi a duplicação na contagem dos anos de serviço...foram todas as beneces que aproveitou em termos de luvas na construção civil.
Agora que já tem direito (?) a uma boa reforma, agora que já construíu a sua mansão à custa das luvas, pode-se retirar em beleza.
É por isso que o Cavaco tem razão, os jovens estão arredados da política...e os que por aí vão aparecendo, só o fazem por interesse, talvez para se reformarem cedo ou para construírem a sua casa.
Com exemplos destes...
quarta-feira, junho 4
Politiquices

Bota Fora

Áreas de Intervenção:
· Gestão Administrativa e Financeira
· Recursos Humanos
· Serviço Municipal de Protecção Civil
· Património Municipal
· Promoção do Município
Há Dias Assim...

Preparei-me mentalmente durante toda a noite e no dia seguinte, qual agente secreto preparando a sua missão, estudei o melhor sítio para estacionar sem pagar parquímetro pois a demora antevia-se longa.
Pela mesma razão, coloquei pilhas novas no MP3, comprei 3 jornais do dia, carreguei a bateria do telemóvel e vesti roupa confortável...estava preparado para umas horas de espera.
Ah, também verifiquei várias vezes se tinha tudo o que era necessário à renovação do B.I. pois o clássico é faltar sempre alguma coisa e ter de voltar no dia seguinte...
Entrei na loja do cidadão mais frequentada da cidade mais populosa do país, preparado...mas à espera do pior.
Curiosamente, não haviam filas de grande dimensão, o ambiente era calmo e organizado, sem fumo, algazarra ou empurrões...fiquei atordoado!
Ainda em choque fui andando pelos corredores à procura do local para renovação do B.I., e lá estava ele, bem indicado e sem confusões.
Retirei a senha e pasme-se...só faltavam 10 números para o meu!
Em menos de 20 minutos tinha a minha situação resolvida, sem problemas, implicâncias, burocracias ou entraves. Bem atendido, de forma profissional, prática e objectiva.
Ainda aproveitei e passei pelo balcão da TV cabo para regularizar a situação.
Daí a 2 dias, conforme me tinham dito, passei novamente por lá apenas para levantar o novo B.I., sem ter de tirar senha ou sequer esperar...um luxo.
No final do passado mês de Fevereiro, resolvi ser um cidadão exemplar e antes que fosse obrigado, decidi solicitar o cartão do cidadão aqui nos Açores.
Pelos vistos não é que ele me sirva de alguma coisa, pois fora do Arquipélago ainda ninguém o leva a sério e nem sequer sabem o que é, e cá dentro ainda nunca vi terminais de leitura ou de registo de qualquer informação no cartão. Portanto é um daqueles caprichos de escuteiro que gosta de usar muitas insígnias emboram não sirvam para nada.
Bom, mas lá fui. Dirigi-me a uma das tão anunciadas lojas RIAC.
Situada na zona central da cidade, em edifício história com uma àrea apreciável e uma renda exorbitante, concerteza. Entrei...tinha bom aspecto, limpinha, com uma funcionária bonitinha, a fazer paciências num computador de última geração, e sem ninguém para atender!
O atendimento foi bom mas começaram os problemas informáticos com informação em falta, outra errada e ainda outra que o sistema não aceitava. Pensei que podia até ser preso, pois segundo o computador e a informação da base de dados eu estava completamente ilegal...inclusivamente a máquina não aceitava que o nome da minha mãe, fosse o que ela sempre teve e que consta do B.I. dela e do meu!!!
Após mil justificações técnicas por parte da funcionária, lá se prosseguiu com a aparente garantia da funcionária que era mesmo assim e que essa informação não tinha relevância.
Dado que a propaganda sobre as lojas RIAC fala de rapidez e facilidade de tratar de vários documentos, todos no mesmo local, resolvi solicitar também a actualização de morada e formato da minha velhíssima e imunda carta de condução, assim como proceder aos mesmos procedimentos quanto ao passaporte.
Novo problema...por inadequação do sistema informático, fui aconselhado a fazer as respectivas alterações apenas depois de receber o Cartão de Cidadão! Bem lá teria que ser.
A semana passada, 3 MESES depois de o ter solicitado, finalmente recebi uma carta para ir buscar o meu cartão do cidadão...com o nome da minha mãe errado!!!
E quanto à carta de condução e passaporte, só agora, 3 meses depois, vou iniciar o processo de actualização!
Se os tivésse alterado numa loja do cidadão, aquando de uma das passagens pela capital, já estaria servido...
Há dias assim...
segunda-feira, junho 2
S.Miguel / Açores

"...os investimentos que estão em curso dizem que S. Miguel não é Ponta Delgada e os Açores não são S. Miguel. Para mim os Açores vão desde o Corvo a Santa Maria e o meu dever perante cada açoriano onde quer que ele resida é o mesmo proporcionar progresso qualidade de vida emprego e felicidade, é esse o dsígnio de um governante."
Carlos César na inauguração do Açor Arena em V.F.Campo (8 milhões de euros)
Sr. Presidente, venha dizer isso às outras ilhas...
S. Miguel / Açores II

Esse projecto permitirá, como sublinhou, que “o porto de Ponta Delgada não seja o porto de Ponta Delgada, mas o porto de S. Miguel”, o mesmo se aplicando ao aeroporto e ao hospital.
Por isso, frisou Carlos César, “essas obras, as maiores obras públicas realizadas nos Açores, não são para envaidecer um governo; são obras para beneficiar um povo inteiro”,
já que “não é justificável que seja ainda tão difícil a mobilidade de pessoas e de mercadorias, que seja ainda tão oneroso fazer uma empresa em Vila Franca, na Povoação ou no Nordeste”.
Carlos César na inauguração do Açor Arena em V.F.Campo (8 milhões de euros)
...obras para beneficiar o povo de S.Miguel...certo?
ah e já agora, já que acha que é onerosa e difícil a mobilidade em S.Miguel, que tal melhorar as tarifas aéreas e os horários da SATA inter ilhas?
isto sim é difícil e oneroso...
S. Miguel / Açores
Carlos César na inauguração do Açor Arena em V.F.Campo (8 milhões de euros)
Ora não podia ser mais verdade: para o nosso governo, qualquer outra ilha S. Miguel deve ter os apoios que os concelhos de S. Miguel tem!!!
Portanto, cada concelho de S. Miguel tem o peso de uma ilha de baixo...daí que V.F. Campo tenha marina, aqua-park, Hotel da Marina, Via Litoral, Pavilhão multiusos, SCUT...perfeitamente ao nível de S.Jorge, Graciosa ou Santa Maria!



